305-1 - 1ª Turma de Odontologia da Faculdade Leão Sampaio

305-1 - 1ª Turma de Odontologia da Faculdade Leão Sampaio
Primeira Aula de Anatomia Humana - Profª Drª Vanessa Bitú

quarta-feira, 20 de junho de 2012

RESUMO DE ARTIGO


Resumo de Artigo

Contribuição ao estudo da prevalência, do diagnóstico diferencial e de fatores etiológicos das lesões cervicais não cariosas.

AUTORES DO ARTIGO:
Luana Machado de LIMA*
Henrique HUMEREZ FILHO*
Maria da Graça Kfouri LOPES**

Rev Sul-Bras Odontol. Vol.2, N.2, 2005 Set;14

Valdemir Evaristo da Silva
Cecília Miranda Pinheiro Roberto
Email: Valdemir.odonto.noite@gmail.com
Disciplina: Pré-Clínica – Prof. Dr. Fernando – Faculdade Leão Sampaio 


*Acadêmicos de odontologia da Faculdade Leão Sampaio – FALS



                  Lesões cervicais não cariosas (LCNCs)são cada vez mais prevalentes, com diversos fatores etiológicos associados, e variam desde pequenas ranhuras até amplas cavidades que se estendem pela superfície radicular, sem um processo carioso, sendo de grande complexidade na prática odontológica. Esse grupo ao passar do tempo vez cada vez, mas sendo alvo de pesquisa por motivos de perda de tecido dentário na região de junção amelocementária.
                 Este estudo teve por objetivo identificar a prevalência, hábito deletério como escovação, hábitos parafuncional, bruxismo, apertamento e diagnóstico na presença de lesões cervicais não cariosas, verificando a presença de sensibilidade ou não na região da lesão.
                 A metodologia utilizada dentro das normas do Comitê Ético de Pesquisa e devidamente autorizada. Na pesquisa foi utilizadas 108 pessoas onde não foi feitos qual quer restrição quanto à idade ou sexo, idade dos pacientes variaram entre 21 e 64 anos. Dentre esses pacientes foram selecionados pacientes com as Lesões cervicais não cariosas em grau avançado, onde 66% apresentaram lesão de abfração gravíssima. Nesses pacientes foram aplicados questionário onde avaliou hábitos deletério, hábitos parafuncionais entre outras perguntas.
                O resultado nesse pacientes foi a presenças do uso de escovas duras na maior parte onde 41% desses pacientes escovam quatro vezes por dia e 34% escovam cinco vezes, entre apertamento e bruxismo a diferença foi de apenas 1%, a maioria desses pacientes tem hábitos de morder objetos, 68% dos pacientes tem escovação intensivas. Com esse quadro 76% dos pacientes apresentaram sensibilidade nas Lesões cervicais não cariosas.
Em pacientes que fez uso de aparelho ortodôntico e terminou o tratamento, não influenciou no aparecimento das Lesões cervicais não cariosas, apesar do numero pequeno de pacientes com tratamento ortodôntico concluído.         
            Com base nos resultados encontrados pôde-se concluir que a porcentagem de pacientes avaliados em nosso estudo que apresentaram Lesões cervicais não cariosas foi de 66%, o que consideramos uma alta ocorrência; nessa pesquisa confirmou relatos de literaturas passadas que apresentam relação intima entre os variados fatores etiológico e casual nas Lesões cervicais não cariosas. Concluindo, a formação de Lesões cervicais não cariosas não pode ser atribuída somente a um único fator etiológico, mas a um conjunto de fatores que estão associados uns aos outro para resultar na lesão.

RESUMO DE ARTIGO


Resumo do Artigo de Pré-Clínica I

INCIDÊNCIAS DE HÁBIOS PARAFUNCIONAIS E POSTURAIS EM PACIENTES PORTADORES DE DISFUNÇÃO DA ARTICULAÇÃO CRANIOMANDIBULAR.
Autores: Michelly CAUÁS
Irandivaldo Ferreira ALVES
Karina TENÓRIO
José Brasiliense HC FILHO
Cátia Maria Fonseca GUERRA
Recebido em 15/12/2003
Aprovado em 25/03/2004

 Revista de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-Facial
v.4 n.2 p.121-129, abril/jun-2004


Resumo
         A finalidade deste trabalho foi verificar a incidência de hábitos parafuncionais como: morder agulhas, lábios, bochechas, bruxismo e hábitos posturais como: postura da cabeça, ombros, coluna, em relação aos portadores de disfunção craniomandibular ocasionando em um mau posicionamento dentário, oclusão,dor facial,cefaléia,desordem na Atm, entre outros,  problemas . A diminuição da função da Atm deve ser tratado pois esta articulação age com ossos,dentes e músculos,atuando nas funções vitais do organismo como respiração,deglutição e etc.
A avaliação foi feita com 191 pacientes com diagnostico de disfunção craniomandibular. o campo da pesquisa foi na Faculdade de Odontologia de Pernambuco com pacientes em Tratamento da Dor Orofacial e Traumatologia Buco-Facial. Onde, foi realizado o preenchimento de uma ficha clínica com dados do paciente,idade, hábitos parafuncionais posteriormente realizou-se o exame extrabucal,ou seja,avaliação postural da cabeça e ombros. A observação da postura é feita, sem que o paciente saiba, para que ele não se corriga.O pesquisador se colocou de frente para o paciente,observando se houve flexão da cabeça em relação ao tronco e outros métodos de avaliação.após a análise dos dados,houve obtenção de resultados,posteriormente analisados.
A maior freqüência de disfunção craniomandibular,correu na faixa etária de 21 a 30(26,5 %)e a menor freqüência de 61 anos ou mais(8,9%).a maioria que participou da pesquisa foi do gênero feminino,155 pesquisadores(81,2%) e apenas 36 do gênero masculino(18,8%).foi avaliado os seguintes hábitos parafuncionais:colocar a mão no queixo,apertamento dental,bruxismo,apretamento de mão,morder objetos,morder língua,onicofagia e hipertrofia da línea alba jugal.os hábitos com maiores percentuais foram colocar a mão no queixo(73,5%), apertamento dental (59,7%) e bruxismo(57,6%). á postura da cabeça 55% e 42,2% da postura do ombro.também 46% dos pacientes apresentaram flexão da cabeça e 70,7% postura atípica dos ombros.
O maior índice de disfunção craniomandibular está entre as mulheres correspondendo 81% porque está relacionados os hormônios reprodutivos com a dor miofacial em mulheres vale ressaltar que um grupo de mulheres da pesquisa faziam o uso de anticonceptivos e outras não as que faziam o uso sentia dor com mais freqüência. Quanto a ocupação e hábitos dos participantes ou pacientes eram composto de trabalhadores braçais, seguindo de profissão que exige esforço intelectual e existindo correlação com a disfunção craniomandibular.


Nome: Patrícia Amanda da Silva Andrade Macedo Bezerra
Nome: Felipe Ferreira Pereira
Curso: odontologia
Disciplina: pré-clinica   

Professores:  Fernando/Evamires/Ivna Turma:  305.3
Turma: 305.3

RESUMO DE ARTIGO


Fatores etiológicos correlacionados à desordem temporomandibular em pacientes portadores de próteses totais bimaxilares: uma análise comparativa

Autores: Kely Virginia Bontempo
              Ricardo Alexandre Zavanelli
RGO, Porto Alegre, volume 57, nº 1, pg.: 67-75 Janeiro/Março 2009.
Disciplina : pre-clinica1
Professores:  Fernando/Evamires/Ivna Turma:  305.3
Alunos: Camila Elisa Mendes de Souza
             Cícero Lucas Gomes Ramalho

A desordem temporomandibular compõe um espectro de várias desordens, envolvendo a musculatura da mastigação, articulações temporomandibulares e estruturas associadas. A DTM é considerada como uma etiologia multifatorial, existindo também algumas etiologias provavelmente desconhecidas.
Nos pacientes desdentados o problema da DTM torna-se mais complexo. Apesar de a etiologia exata da DTM não estar completamente compreendida, muitos pontos tem sido relacionados com a etiologia da DTM, quando se buscam as causas da DTM em pacientes portadores de próteses totais, alterações físicas, psicológicas e sociais, decorrente da perda do dente, o uso de próteses totais por tempo prolongado, a mudança na posição condilar.
Existe uma maior necessidade de estudos que busquem esclarecer os fatores relacionados à etiologia da DTM, em pacientes portadores de próteses totais que possam ajudar o cirurgião-dentista no correto diagnóstico e encontre as desordens nestes indivíduos.
Meyrowitz enfatizou que os indivíduos que perdem todos os dentes naturais podem gerar problemas psicológicos que aumentam a tensão emocional, podendo contribuir para uma desordem na ATM, principalmente se houver um fator iatrogênico, introduzido pelo cirurgião-dentista, quando da confecção de próteses totais.
Carlsson ressaltou que um dos fatores etiológicos da DTM importante, é a instabilidade oclusal e que é alta a prevalência de osteoartrose nas ATMs dos pacientes desdentados e esta condição esta relacionada a sintomas de DTM.
Cerveira Netto apontou que o paciente portador de próteses totais é um forte candidato a apresentar alterações na dimensão vertical de oclusão e afirmou as modificações ocorridas, tanto em tecidos moles como em tecido ósseo de suporte nestes pacientes afetam as posições das bases das próteses totais e consequentemente a oclusão. Portanto estes pacientes estão em condições extremas, no que se refere aos contatos oclusais, possibilitando a um grupo suscetível de desenvolver DTM.
Gremillion baseado em evidências científicas, explicou o mecanismo da patogênese da DTM em que descreveu a existência de um equilíbrio dinâmico ou uma capacidade adaptativa entre as varias estruturas que compõem o sistema estomatognático e o componente psicológico de cada paciente, que quando rompido por fatores exógenos ou endógenos é responsável pela manutenção, desenvolvimento e recorrência da DTM. 
Este estudo comparou a prevalência de sinais e sintomas de DTM em relação aos fatores etiológicos correlacionados a esta desordem, em pacientes portadores de próteses totais.
Com relação à metodologia adotada pelos autores, a amostra do estudo era composta por 69 mulheres e 21 homens, sendo que 80% das pessoas que participam da pesquisa apresentavam sintomas de acordo com o índice de que classifica os pacientes de acordo com o grau de severidade da DTM.
Para a solução da amostra era necessário que todos os participantes possuíssem próteses totais no qual seriam classificadas em quatro categorias (excelentes, bom, regular e ruim). O que posteriormente foi comprovado que 57,3% dos pacientes apresentavam próteses totais boas.
Nos estudos de Helkino relatos apresentaram que sintomas e sinais clínicos de DTM eram mais evidenciados nas mulheres, porém os sinais clínicos de DTM são igualmente distribuídos entre o sexo. Segundo Tomakietal e Carlsson isso se deve a fatores psicossociais e hormonais.
No presente estudo pacientes com uso de próteses antigas e desgastes severos apresentavam mais sinais e sintomas de DTM do que os que usavam próteses totais novas com desgaste suave. Siqueira e Teixeira et al., advertem em seus trabalhos que o desenvolvimento de DTM está diretamente relacionado ao uso inadequado de próteses totais.
Portanto pode-se constatar através desse estudo que as próteses totais utilizadas de forma adequada reduzem os sinais e sintomas da DTM. E de extrema importância à busca pelo significado da etiologia dos fatores da DTM em especial os pacientes portadores de próteses totais bimaxilares, como também os desdentados.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

RESUMO DE ARTIGO


Disciplina: PRÉ-CLINICA
Alunas:          
10
EVELANE MAIA DE OLIVEIRA CARNEIRO
10
RAYSSA MENDONÇA VITORINO



RESUMO DO ARTIGO: “Frequência de relatos de parafunções nos subgrupos de diagnósticos de DTM de acordo para pesquisa em disfunções temporomandibulares.”



      O objetivo do artigo supracitado é verificar qual a frequência dos relatos sobre as disfunções temporomandibulares (DTM) que podem ser definidas como um conjunto de condições dolorosas que envolvem os músculos de mastigação do paciente que acometem os pacientes diurna e noturnamente e tem como sintomas característicos a dor à palpação muscular e/ou articular, limitação à função mandibular e ruídos articulares. Tais sintomas tem uma incidência de mais de 75% da população adulta.


      A falta de conhecimento específico nessa área faz com que a sua classificação seja dada a partir dos sintomas. Atualmente o “Critério Diagnóstico para Pesquisa em Disfunção Temporomandibular” oferece a melhor classificação para a DTM, pois oferece métodos para avaliar a dor crônica e os níveis dos sintomas depressivos. Hábitos parafuncionais são aqueles os quais fogem à normalidade de funções como a deglutição, mastigação e fonação. Dentre os hábitos orais que afetam as estruturas mastigatórias estão o ranger ou o apertar dos dentes que tem pressões intra-articulares maiores que 40mmHg, podendo até liberar radicais livres que por consequência causam danos no tecido celular, também denominado bruxismo. Hereditariedade, fumo e o alto consumo de café são os principais causadores do bruxismo. O cérebro é primeiramente ativado, logo em seguida é notada certa arritmia cardíaca, logo depois a musculatura mastigatória é fortemente ativada.


      Nos episódios de bruxismo, 60 a 80% ocorrem durante o sono leve. O bruxismo tem uma baixa no decorrer em que a idade aumenta. Tem uma presença de 24% em crianças, 14% em adultos e 3% em pessoas acima de 60 anos de idade. Há evidências de que o bruxismo é causado pelo fato de que o cérebro interpreta pulsos eletromagnéticos e a frequência cardíaca durante o sono, a qual tem sua atividade três vezes mais frequente. Há métodos de avaliar esse comportamento através de auto-relato, exame clínico oral e estudos em laboratórios do sono.


    Com o tratamento de polisonografia o diagnóstico clínico foi correto em cerca de 83,3% dos casos, embora sejam bastante confiáveis tem uma difícil realização assim como um alto custo, limitando o acesso à famílias mais carentes. O diagnóstico para que se detecte uma pessoa que seja bruxomana, ou seja, pessoa a qual sofre de bruxismo também pode ser feito através de analise, como por exemplo, uma criança que não tem idade o suficiente para que tenha tal desgaste nos dentes.


          Foi utilizado um banco de dados composto por informações diagnósticas de fichas clínicas da data de maio de 2004 à agosto de 2005, no qual foram avaliadas 217 pessoas. Estas foram divididas em 3 grupos. O grupo I com diagnósticos de dores musculares, o grupo II com deslocamento de disco e o grupo III com artralgia, osteoartrite e osteoartrose. A maioria destes recebeu diagnóstico de dor miofascial e alterações degenerativas e/ou álgicas da ATM representando 40,7% da amostra. De 182 pacientes estudados, 140 relataram algum tipo de parafunção sendo ela diurna, noturna ou uma associação entre ambas.


     Os estudos sobre a influência das parafunções orofaciais ainda são limitados, porém há possibilidade de que estas estejam relacionadas hábitos parafuncionais sobre a estrutura do sistema estomatognático. Pesquisas têm sido desenvolvidas para se saber a relação entre essas parafunções orais, como o bruxismo, seu início e agravamento. Sabe-se que o melhor modo de se diagnosticar o bruxismo é através de polisonografia. Como previamente demonstrado, pacientes com DTM apresentam níveis elevados de atividade nos músculos masseter e temporal em repouso.          


       Sendo assim, a parafunção diurna foi mais frequente em pessoas que tem alterações álgicas e/ou degenerativas da ATM, ao passo que pessoas que tem parafunção noturna apresentaram deslocamento do disco articular isoladamente ou com dores miofasciais. As parafunções diurnas e noturnas foram mais frequentes em pessoas que apresentam dor miofascial.

Autores do Artigo Científico: Raquel Stumpf Branco, Carla Stumpf Branco, Ricardo de Souza Tesch e Abrão Rapoport
Revistas: Revista Dental Press Ortodon Ortop Facial, Maringá, v. 13, n. 2, p. 61-69, mar./abr. 2008
BRANCO, R. S.; BRANCO, C. S.; TESCH, R. S.; RAPOPORT, A.