305-1 - 1ª Turma de Odontologia da Faculdade Leão Sampaio

305-1 - 1ª Turma de Odontologia da Faculdade Leão Sampaio
Primeira Aula de Anatomia Humana - Profª Drª Vanessa Bitú

quarta-feira, 20 de junho de 2012

RESUMO DE ARTIGO


Prevalência de Distúrbios da Articulação Temporo - mandibular em Crianças e Adolescentes Brasileiros e sua Relação com Má-oclusão e Hábitos Parafuncionais: um Estudo Epidemiológico Transversal – Parte II: Distúrbios Articulares e Hábitos Para funcionais

Luiz Felipe de Miranda Costa*
Josemar Parreira Guimarães**
Alfredo Chaobah***


Costa LF de M, Guimarães JP, Chaobah A. Prevalência de distúrbios da articulação temporomandibular em crianças e adolescentes brasileiros e sua relação com maloclusão e hábitos parafuncionais: um estudo epidemiológico transversal – Parte II: distúrbios articulares e hábitos parafuncionais. J Bras Ortodon Ortop Facial 2004; 9(50):162-9.


Os distúrbios das articulações temporomandibulares – DTM, podem ser causados por diversos fatores, esses fatores são classificados como hábitos parafuncionais, que podem desencadear patologias musculares e articulares que se manifestam no sistema mastigatório, porém ainda não está esclarecido com exatidão como esses hábitos influenciam na DTM, nem tampouco a relação entre os fatores e a frequência. Neste estudo objetivou-se avaliar tais hábitos e as manifestações na ATM de crianças e adolescentes brasileiros e suas variações quanto à sua sobreposição e frequência.
Nessa fase da pesquisa foi dada importância à relação entre alguns fatores, como por exemplo: apertar e ranger os dentes, onicofagia, morder objetos, lábios, bochecha, goma de mascar e dormir com a mão sob o rosto e a partir disso foram analisados numero, a frequência e a presença de manifestações na ATM , onde esses hábitos foram classificados como parafuncionais.
 Os estudantes que participaram da pesquisa responderam a um questionário sobre a presença de algum habito e sua frequência. O grupo que apresentou algum tipo de DTM mostrou a maior frequência de hábitos parafuncionais, variando entre 24,06% e 48,13%, mesmo assim e comparação ao grupo assintomático não foi identificada diferença relevante.
Foram identificadas algumas diferenças entre os sexos, onde os homens do grupo sintomático apresentaram hábitos de morder objetos, maior que no grupo assintomático. Já no grupo feminino o grupo assintomático mostrou maior frequência de onicofagia em comparação ao sintomático.
Pelo menos um habito parafuncional foi observado nos grupos com DTM e assintomáticos em quase toda sua maioria. Em relação à sobreposição dos hábitos, nos grupos sintomáticos e assintomáticos, em ambos os sexos não observou-se alteração significante, quanto à frequência dos hábitos pode-se observar alguns resultados de maior importância, como dormir com a mão sob o rosto e mascar goma de mascar.
O papel dos hábitos parafuncionais como responsáveis por DTM ainda não pode ser afirmado mesmo com estudos que supõem sua relação com tais distúrbios, porém tais hábitos podem levar a traumas minúsculos que associados à frequência podem levar a problemas nas articulações temporomandibulares.


Artigo resumido por:
Fernanda Mísia Menezes Alves e Luciano Souza Farias
Curso: Odontologia
Disciplina: Pré-clínica I
Turma: 305.3

RESUMO DE ARTIGO


Resumo de Artigo

Contribuição ao estudo da prevalência, do diagnóstico diferencial e de fatores etiológicos das lesões cervicais não cariosas.

AUTORES DO ARTIGO:
Luana Machado de LIMA*
Henrique HUMEREZ FILHO*
Maria da Graça Kfouri LOPES**

Rev Sul-Bras Odontol. Vol.2, N.2, 2005 Set;14

Valdemir Evaristo da Silva
Cecília Miranda Pinheiro Roberto
Email: Valdemir.odonto.noite@gmail.com
Disciplina: Pré-Clínica – Prof. Dr. Fernando – Faculdade Leão Sampaio 


*Acadêmicos de odontologia da Faculdade Leão Sampaio – FALS



                  Lesões cervicais não cariosas (LCNCs)são cada vez mais prevalentes, com diversos fatores etiológicos associados, e variam desde pequenas ranhuras até amplas cavidades que se estendem pela superfície radicular, sem um processo carioso, sendo de grande complexidade na prática odontológica. Esse grupo ao passar do tempo vez cada vez, mas sendo alvo de pesquisa por motivos de perda de tecido dentário na região de junção amelocementária.
                 Este estudo teve por objetivo identificar a prevalência, hábito deletério como escovação, hábitos parafuncional, bruxismo, apertamento e diagnóstico na presença de lesões cervicais não cariosas, verificando a presença de sensibilidade ou não na região da lesão.
                 A metodologia utilizada dentro das normas do Comitê Ético de Pesquisa e devidamente autorizada. Na pesquisa foi utilizadas 108 pessoas onde não foi feitos qual quer restrição quanto à idade ou sexo, idade dos pacientes variaram entre 21 e 64 anos. Dentre esses pacientes foram selecionados pacientes com as Lesões cervicais não cariosas em grau avançado, onde 66% apresentaram lesão de abfração gravíssima. Nesses pacientes foram aplicados questionário onde avaliou hábitos deletério, hábitos parafuncionais entre outras perguntas.
                O resultado nesse pacientes foi a presenças do uso de escovas duras na maior parte onde 41% desses pacientes escovam quatro vezes por dia e 34% escovam cinco vezes, entre apertamento e bruxismo a diferença foi de apenas 1%, a maioria desses pacientes tem hábitos de morder objetos, 68% dos pacientes tem escovação intensivas. Com esse quadro 76% dos pacientes apresentaram sensibilidade nas Lesões cervicais não cariosas.
Em pacientes que fez uso de aparelho ortodôntico e terminou o tratamento, não influenciou no aparecimento das Lesões cervicais não cariosas, apesar do numero pequeno de pacientes com tratamento ortodôntico concluído.         
            Com base nos resultados encontrados pôde-se concluir que a porcentagem de pacientes avaliados em nosso estudo que apresentaram Lesões cervicais não cariosas foi de 66%, o que consideramos uma alta ocorrência; nessa pesquisa confirmou relatos de literaturas passadas que apresentam relação intima entre os variados fatores etiológico e casual nas Lesões cervicais não cariosas. Concluindo, a formação de Lesões cervicais não cariosas não pode ser atribuída somente a um único fator etiológico, mas a um conjunto de fatores que estão associados uns aos outro para resultar na lesão.

RESUMO DE ARTIGO


Resumo do Artigo de Pré-Clínica I

INCIDÊNCIAS DE HÁBIOS PARAFUNCIONAIS E POSTURAIS EM PACIENTES PORTADORES DE DISFUNÇÃO DA ARTICULAÇÃO CRANIOMANDIBULAR.
Autores: Michelly CAUÁS
Irandivaldo Ferreira ALVES
Karina TENÓRIO
José Brasiliense HC FILHO
Cátia Maria Fonseca GUERRA
Recebido em 15/12/2003
Aprovado em 25/03/2004

 Revista de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-Facial
v.4 n.2 p.121-129, abril/jun-2004


Resumo
         A finalidade deste trabalho foi verificar a incidência de hábitos parafuncionais como: morder agulhas, lábios, bochechas, bruxismo e hábitos posturais como: postura da cabeça, ombros, coluna, em relação aos portadores de disfunção craniomandibular ocasionando em um mau posicionamento dentário, oclusão,dor facial,cefaléia,desordem na Atm, entre outros,  problemas . A diminuição da função da Atm deve ser tratado pois esta articulação age com ossos,dentes e músculos,atuando nas funções vitais do organismo como respiração,deglutição e etc.
A avaliação foi feita com 191 pacientes com diagnostico de disfunção craniomandibular. o campo da pesquisa foi na Faculdade de Odontologia de Pernambuco com pacientes em Tratamento da Dor Orofacial e Traumatologia Buco-Facial. Onde, foi realizado o preenchimento de uma ficha clínica com dados do paciente,idade, hábitos parafuncionais posteriormente realizou-se o exame extrabucal,ou seja,avaliação postural da cabeça e ombros. A observação da postura é feita, sem que o paciente saiba, para que ele não se corriga.O pesquisador se colocou de frente para o paciente,observando se houve flexão da cabeça em relação ao tronco e outros métodos de avaliação.após a análise dos dados,houve obtenção de resultados,posteriormente analisados.
A maior freqüência de disfunção craniomandibular,correu na faixa etária de 21 a 30(26,5 %)e a menor freqüência de 61 anos ou mais(8,9%).a maioria que participou da pesquisa foi do gênero feminino,155 pesquisadores(81,2%) e apenas 36 do gênero masculino(18,8%).foi avaliado os seguintes hábitos parafuncionais:colocar a mão no queixo,apertamento dental,bruxismo,apretamento de mão,morder objetos,morder língua,onicofagia e hipertrofia da línea alba jugal.os hábitos com maiores percentuais foram colocar a mão no queixo(73,5%), apertamento dental (59,7%) e bruxismo(57,6%). á postura da cabeça 55% e 42,2% da postura do ombro.também 46% dos pacientes apresentaram flexão da cabeça e 70,7% postura atípica dos ombros.
O maior índice de disfunção craniomandibular está entre as mulheres correspondendo 81% porque está relacionados os hormônios reprodutivos com a dor miofacial em mulheres vale ressaltar que um grupo de mulheres da pesquisa faziam o uso de anticonceptivos e outras não as que faziam o uso sentia dor com mais freqüência. Quanto a ocupação e hábitos dos participantes ou pacientes eram composto de trabalhadores braçais, seguindo de profissão que exige esforço intelectual e existindo correlação com a disfunção craniomandibular.


Nome: Patrícia Amanda da Silva Andrade Macedo Bezerra
Nome: Felipe Ferreira Pereira
Curso: odontologia
Disciplina: pré-clinica   

Professores:  Fernando/Evamires/Ivna Turma:  305.3
Turma: 305.3

RESUMO DE ARTIGO


Fatores etiológicos correlacionados à desordem temporomandibular em pacientes portadores de próteses totais bimaxilares: uma análise comparativa

Autores: Kely Virginia Bontempo
              Ricardo Alexandre Zavanelli
RGO, Porto Alegre, volume 57, nº 1, pg.: 67-75 Janeiro/Março 2009.
Disciplina : pre-clinica1
Professores:  Fernando/Evamires/Ivna Turma:  305.3
Alunos: Camila Elisa Mendes de Souza
             Cícero Lucas Gomes Ramalho

A desordem temporomandibular compõe um espectro de várias desordens, envolvendo a musculatura da mastigação, articulações temporomandibulares e estruturas associadas. A DTM é considerada como uma etiologia multifatorial, existindo também algumas etiologias provavelmente desconhecidas.
Nos pacientes desdentados o problema da DTM torna-se mais complexo. Apesar de a etiologia exata da DTM não estar completamente compreendida, muitos pontos tem sido relacionados com a etiologia da DTM, quando se buscam as causas da DTM em pacientes portadores de próteses totais, alterações físicas, psicológicas e sociais, decorrente da perda do dente, o uso de próteses totais por tempo prolongado, a mudança na posição condilar.
Existe uma maior necessidade de estudos que busquem esclarecer os fatores relacionados à etiologia da DTM, em pacientes portadores de próteses totais que possam ajudar o cirurgião-dentista no correto diagnóstico e encontre as desordens nestes indivíduos.
Meyrowitz enfatizou que os indivíduos que perdem todos os dentes naturais podem gerar problemas psicológicos que aumentam a tensão emocional, podendo contribuir para uma desordem na ATM, principalmente se houver um fator iatrogênico, introduzido pelo cirurgião-dentista, quando da confecção de próteses totais.
Carlsson ressaltou que um dos fatores etiológicos da DTM importante, é a instabilidade oclusal e que é alta a prevalência de osteoartrose nas ATMs dos pacientes desdentados e esta condição esta relacionada a sintomas de DTM.
Cerveira Netto apontou que o paciente portador de próteses totais é um forte candidato a apresentar alterações na dimensão vertical de oclusão e afirmou as modificações ocorridas, tanto em tecidos moles como em tecido ósseo de suporte nestes pacientes afetam as posições das bases das próteses totais e consequentemente a oclusão. Portanto estes pacientes estão em condições extremas, no que se refere aos contatos oclusais, possibilitando a um grupo suscetível de desenvolver DTM.
Gremillion baseado em evidências científicas, explicou o mecanismo da patogênese da DTM em que descreveu a existência de um equilíbrio dinâmico ou uma capacidade adaptativa entre as varias estruturas que compõem o sistema estomatognático e o componente psicológico de cada paciente, que quando rompido por fatores exógenos ou endógenos é responsável pela manutenção, desenvolvimento e recorrência da DTM. 
Este estudo comparou a prevalência de sinais e sintomas de DTM em relação aos fatores etiológicos correlacionados a esta desordem, em pacientes portadores de próteses totais.
Com relação à metodologia adotada pelos autores, a amostra do estudo era composta por 69 mulheres e 21 homens, sendo que 80% das pessoas que participam da pesquisa apresentavam sintomas de acordo com o índice de que classifica os pacientes de acordo com o grau de severidade da DTM.
Para a solução da amostra era necessário que todos os participantes possuíssem próteses totais no qual seriam classificadas em quatro categorias (excelentes, bom, regular e ruim). O que posteriormente foi comprovado que 57,3% dos pacientes apresentavam próteses totais boas.
Nos estudos de Helkino relatos apresentaram que sintomas e sinais clínicos de DTM eram mais evidenciados nas mulheres, porém os sinais clínicos de DTM são igualmente distribuídos entre o sexo. Segundo Tomakietal e Carlsson isso se deve a fatores psicossociais e hormonais.
No presente estudo pacientes com uso de próteses antigas e desgastes severos apresentavam mais sinais e sintomas de DTM do que os que usavam próteses totais novas com desgaste suave. Siqueira e Teixeira et al., advertem em seus trabalhos que o desenvolvimento de DTM está diretamente relacionado ao uso inadequado de próteses totais.
Portanto pode-se constatar através desse estudo que as próteses totais utilizadas de forma adequada reduzem os sinais e sintomas da DTM. E de extrema importância à busca pelo significado da etiologia dos fatores da DTM em especial os pacientes portadores de próteses totais bimaxilares, como também os desdentados.